ÁGUAS QUE INUNDAM, ÁGUAS QUE TRANSBORDAM

“E eis que saíam águas debaixo do limiar do templo. ” Ezequiel 47:1

Sempre que chove torrencialmente, temos uma grande preocupação com a nossa casa de oração: Ela se situa num lugar propício a inundações e sempre que sofremos uma inundação, o trabalho de remoção da água e da lama que entrou é demorado e complicado. Mas a situação descrita em Ezequiel 47, é exactamente o oposto. Não são águas lamacentas que entram no templo mas sim águas limpas e puras que saem do templo. As que entram sujam, estragam, causam transtorno e dão muito trabalho; as que saem do templo purificam, espalham-se e por onde passam vão num crescente de vida e bênção.

Sendo o crente, no Novo Testamento, identificado como o templo do Espírito santo, é oportuno aplicar à nossa vida esta verdade: De mim podem jorrar águas limpas, puras e santas que abençoarão todos os que convivem comigo, ou eu sou um crente que me deixo inundar de águas sujas que poluem e atrapalham minha vida.

Sempre que deixo o pecado entrar neste templo, estou sujando o templo do Espírito Santo. Aí não haverá bênção mas sim tristeza. Sempre que eu levo a Palavra de Deus a outros e a minha vida é um testemunho do amor de Deus, então serei um manancial de águas de bênçãos para todos os que me rodeiam. Que tipo de templo és tu? O que se deixa inundar com águas sujas ou o que transborda águas vivas?

Abril 9th, 2016|Devocionais|0 Comments

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